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Este artigo apresenta profissionais de saúde que trabalham com transtornos psicológicos no campo emergente da psicologia energética. Provê uma avaliação do campo, enquanto cobre conceitos e procedimentos básicos. Pretende-se dar ao leitor uma base para começar a avaliar este novo paradigma. São apresentadas pesquisas e evidências clínicas sobre sua eficácia, e são discutidos os mecanismos neurológicos plausíveis. O artigo aborda uma breve história do campo, menciona vários protocolos de psicologia energética, discute indicações e contra-indicações para aplicações clínicas, e demonstra um protocolo clínico padrão pela apresentação do estudo de quatro casos.
Por: David Feinstein, PhD Tradução: Luiz Vieira
Claustrophobia Minha terceira experiência de demonstração pública da psicologia energética foi com uma mulher de 37 anos que havia sofrido um golpe sete anos antes e tinha desenvolvido uma fobia debilitante logo após. Ela havia sido colocada em uma máquina de MRI, ficou com medo, começou a apavorar-se, e então o terror completo assumiu. Ela tornou-se claustrofóbica desde então, ao ponto de que ela não podia dormir com as luzes apagadas ou até mesmo sob de uma manta, não podia dirigir em um túnel, e não podia entrar em um elevador. Além de ser enormemente inconveniente, sua auto-confiança estava despedaçada, de forma que tinha que se esforçar até para falar. Em 20 minutos, usando o mesmo protocolo descrito nos dois exemplos anteriores, sua ansiedade quando pensava em estar em uma máquina de MRI foi de 10+, em valores de 0 a 10, até zero. O melhor meio que encontrei para testá-la era que ela voltasse ao seu quarto no hotel e entrasse no armário. Durante o intervalo do seminário, ela entrou no armário e seu companheiro então apagou as luzes. Ela ficou cinco minutos lá, sem ansiedade. Quando retornou para informar ao grupo o que aconteceu, ela disse que o único problema era que havia achado isto "enfadonho." O grupo quedou pasmo. Aquela noite ela dormiu com as luzes apagadas e sob as coberturas pela primeira vez em sete anos. Seu companheiro estava orgulhoso.
Seis semanas depois desta única sessão, o e-mail seguinte chegou: "Você não vai acreditar! O teste de todos os testes de claustrofobia aconteceu comigo. Fiquei presa sozinha em um elevador por cerca de uma hora. No passado teria ficado louca, e arrebentado a porta, mas fiquei tranqüila, sentei-me no chão e esperei pacientemente pelos homens da manutenção... É uma confirmação surpreendente que não sou mais claustrofóbica!!!!!!!! Obrigado. Obrigado."
[Continua...]
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