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Que é Iniciação
A iniciação está relacionada à consciência e é meramente
uma palavra que usamos para expressar a transição que o homem pode fazer da
consciência do quarto reino ou o reino humano, para o quinto reino ou o reino espiritual,
o reino de Deus.
From Bethlehem to Calvary, p. 41
Trechos da obra de Alice A. Bailey / o Tibetano.
A Iniciação da Humanidade
Nesta época particular na história do mundo, a energia do
sétimo raio é de crescente potência, porque ele é o raio novo e entrante, substituindo
o sexto raio, que por tanto tempo deteve o domínio. (...) Esta chegada de um
raio sempre produz um período intensificado de atividade iniciatória, e este é
o caso atualmente. O principal efeito, no que diz respeito à humanidade, é
tornar possível a apresentação de milhares de aspirantes e candidatos à
primeira iniciação; os homens, em larga escala e em massa, podem passar atualmente
pela experiência da Iniciação do Nascimento. Milhares de seres humanos podem experimentar
o nascimento do Cristo em si mesmos e podem compreender que a vida crística, a
natureza crística e a consciência crística são suas.
The Rays and the Initiations, pp. 568 e 569
Vocês verão, portanto, quão imediata e importante é a
oportunidade confrontando a humanidade atualmente. Vastos números de homens
darão o primeiro passo em direção ao desabrochar da consciência crística e,
assim, passarão pela primeira iniciação.
The Rays and the Initiations, p. 584
O desabrochar da vida crística — como resultado da
presença e atividade do segundo aspecto divino do amor — resultará no fim do
medo econômico, e a “casa do pão” tornar-se-á a “casa da fartura”. O pão — como
símbolo da necessidade material humana — será finalmente controlado por um
vasto grupo de iniciados da primeira iniciação — por aqueles cujas vidas estão
começando a ser controladas pela consciência crística, que é a consciência da
responsabilidade e do serviço. Estes iniciados existem aos milhares atualmente;
estarão presentes aos milhões quando o ano 2025 chegar.
The Rays and the Initiations, p. 571
Vocês verão, portanto, porque o Cristo precisa vir nesta
época, pois Ele é Aquele Que preside a primeira e a segunda iniciações, e é a
Sua vinda que indicará que a humanidade fez a primeira iniciação.
The Rays and the Initiations, p. 578
Os testes para a primeira iniciação, no que diz respeito à
humanidade (o discípulo mundial), estão quase terminados, e a hora do
nascimento do Cristo como uma expressão do quarto reino da natureza e a
consumação do trabalho da Quarta Hierarquia Criativa está próxima. Não há como
negar; a hora do nascimento pode ser longa e a forma pode permanecer “em
trabalho de parto” por muito tempo, mas o Cristo nascerá e a natureza do Cristo
e Sua consciência permearão e colorirão todos os assuntos humanos. É esta
condição — tão iminente, tão desejável e há longo tempo predita e esperada —
que tornará possível o retorno da Hierarquia e a restauração dos Mistérios.
The Rays and the Initiations, p. 333
Os Precursores do Reaparecimento do Cristo
Os primeiros sinais de Sua aproximação com Seus discípulos
já podem ser discernidos por aqueles que observam e interpretam corretamente os
sinais dos tempos. Há (entre estes sinais) a reunião espiritual daqueles que
amam seus semelhantes. Isto é, em realidade, a organização do exército externo
físico do Senhor — um exército que não tem armas a não ser as do amor, da
correta palavra e corretas relações humanas. Esta organização desconhecida
prosseguiu com velocidade extraordinária durante o pós-guerra, porque a
humanidade está farta de ódio e de controvérsia.
Os assistentes do Cristo já estão ativos na forma do Novo
Grupo de Servidores Mundiais; são um corpo de precursores tão potente como
jamais precedeu um grande Personagem mundial na arena da vida da humanidade.
Seu trabalho e influência já são vistos e sentidos em todos os cantos, e nada
pode destruir o que realizaram.
The Externalisation of the Hierarchy, p. 598
Assim, um grande e novo movimento está em processo e uma
interação tremendamente aumentada está tendo lugar. Isto continuará até 2025.
Durante os anos que se estendem entre agora e aquele tempo, mudanças muito
grandes serão vistas tendo lugar, e na grande Assembleia Geral da Hierarquia — realizada,
como de costume, todo século — em 2025, a data, com toda probabilidade, será
estabelecida para o primeiro estágio da exteriorização da Hierarquia. O ciclo
presente (de agora até aquela data) é chamado tecnicamente “O Estágio do
Precursor”. É preparatório em sua natureza, de teste em seus métodos e
destinado a ser revelador em suas técnicas e resultados. Vocês podem ver,
portanto, que os Chohans, Mestres, iniciados, discípulos mundiais, discípulos e
aspirantes afiliados com a Hierarquia estão todos, neste tempo, passando por um
ciclo de grande atividade.
The Externalisation of the Hierarchy, p. 530
O Trabalho de Preparação
Ele virá, infalivelmente, quando certa medida de paz for
restabelecida, quando o princípio da partilha estiver, pelo menos, em processo
de controlar os assuntos econômicos e quando as igrejas e os grupos políticos
tiverem começado a limpar a casa. Então, Ele poderá vir e virá; então, o Reino
de Deus será reconhecido publicamente e não mais será algo dos sonhos, uma
ilusão e uma esperança ortodoxa.
The Reappearance of the Christ, p. 163
O restante deste século deve ser dedicado à reedificação
do templo do viver do homem, à reconstrução da forma da vida da humanidade, à
reconstituição da nova civilização sobre os alicerces da velha e à
reorganização das estruturas do pensamento mundial, da política mundial, mais a
redistribuição dos recursos do mundo em conformidade com o propósito divino.
Então, e somente então, será possível levar adiante a revelação.
The Destiny of the Nations, p. 106
Preparem os homens para o reaparecimento do Cristo. Este é
o seu primeiro e maior dever. A parte mais importante deste trabalho é ensinar
os homens — em larga escala — a usar a Invocação, de modo que se torne uma
prece mundial e enfoque a demanda invocativa da humanidade.
The Externalisation of the Hierarchy, p. 641
Nestas instruções, consideraremos a relação da meditação
grupal com o trabalho do Novo Grupo de Servidores Mundiais, e a necessidade de
estabelecer no mundo um grupo mundial dedicado à meditação unânime e simultânea
sobre o trabalho de preparar o mundo para a nova ordem e para a jurisdição do
Cristo (se eu puder usar tal frase). (...) A tarefa é, através da meditação,
estabelecer o conhecimento e o funcionamento daquelas leis e princípios que
controlarão a era vindoura, a nova civilização e a futura cultura mundial. Até
que o alicerce para a vindoura “jurisdição” esteja pelo menos estabelecido, o
Cristo não poderá reaparecer; se Ele viesse sem esta devida preparação, muito
tempo, esforço e energia espiritual seriam perdidos. Portanto, devemos assumir
(se estas premissas forem aceitas) que deve ser organizado — no futuro próximo
— um grupo de homens e mulheres em todos os países que, sob devida e apropriada
organização, meditarão “simultânea e unanimemente” sobre aquelas medidas
jurídicas e aquelas leis básicas nas quais o regime do Cristo se fundará e que
são, essencialmente, as leis do Reino de Deus, o quinto reino nos processos
evolutivos e naturais do desenvolvimento planetário.
Tanto foi discutido em relação a estas leis do ponto de
vista místico e estritamente cristão, que os termos usados são essencialmente
sem significado; o assunto inteiro requer revitalização; precisa ser dotado de
uma apresentação nova e fresca e de uma terminologia nova, mais ajustada à
crescente apreensão mental da mente científica e moderna. Tem havido
infindáveis falas sobre a Fraternidade e o estabelecimento do princípio de que
somos todos filhos de Deus, e isto fez pouco para mudar a abordagem dos homens
uns aos outros e aos problemas humanos compartilhados.
O Novo Grupo de Servidores Mundiais falará em outros
termos e sua ênfase será sobre:
1. A Lei das Corretas Relações Humanas.
2. O Princípio da Boa Vontade.
3. A Lei do Esforço Grupal.
4. O Princípio da Unanimidade.
5. A Lei da Aproximação Espiritual.
6. O Princípio da Divindade Essencial..
Discipleship in the New Age II, pp. 232 e 236-7
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